domingo, 31 de agosto de 2014

Avenidas

Avenidas

Sinto ainda restos de memória
Apenas pedaços de minha história
Entre rosários de temores
Várias flores em tons e odores.

Vem guardando saudades
Avenidas de espelhos em mim
Que não resvala sou eu
Elas que em mim deslizam.

Tantas avenidas esquecidas
Nas ondas de minha vida
Como uma sinfonia das águas
Me alargo...E DIVAGO !

Vany Campos
26/08/2014