quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Janelas Abertas




Nos muros frágeis dos pomares
Entre manhãs moram auroras
Nas avenidas das procuras
A poesia canta ternuras.

Notas pequenas,claves
Num oratório de seda
O vento sopra ao acaso
As cores de tuas palavras.

Enquanto em tua alma ressoa
Acordes dum piano quieto
A música penetra,amorosa e bela
Pelas janelas abertas!

Vany Campos
16/02/2015